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Mostrando postagens com o rótulo literatura

A PROFA JU

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ENTREVISTA

  Entrevista — Processo de Criação das Tirinhas da Sam, Literatura Surda e Produção Artística Por Papilon Rose Em 8 de maio de 2026 Introdução Nesta entrevista, o professor e pesquisador Claudio Alves Benassi fala sobre seu processo de criação artística, a produção das tirinhas da personagem Sam, a relação entre Libras, literatura surda e escrita de língua de sinais, além de reflexões sobre cultura, identidade, recepção do público e o papel da arte no tempo presente. A conversa aborda também questões relacionadas à produção literária em Libras, à circulação de conteúdos visuais para a comunidade surda e aos desafios de consolidar uma literatura surda escrita. Processo de Criação e Produção Artística Como surgiu o processo de criação das tirinhas da Sam? A personagem Sam surgiu dentro de um movimento muito ligado ao meu próprio tempo de vida, às minhas reflexões e ao meu processo artístico. As ideias geralmente aparecem primeiro na minha mente em Libras. Eu visualizo toda a tirinha,...

BLOG DA SAM

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 Episódio 3

BLOG DA SAM

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Concepção, ideia, texto e prompt: Cao Benassi Ilustrações: Gemini IA

O FILÓSOFO

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  Concepção, ideia, texto e prompt: Cao Benassi Ilustração: Gemini IA

A PROFA JU!

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  em: Criando valor Concepção, ideia, texto e prompt: Cao Benassi Ilustração: Gemini IA

O FILÓSOFO

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  em: O conflito no amor e o poder da escuta Concepção, ideia, texto e prompt: Cao Benassi Ilustração: Gemini IA 

MÁXIMA DO DIA

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O Filósofo em: Máxima do dia 

DEUS ENTRE HOMENS - VENDENDO MEU PEIXE

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A POLITICAGEM TUPINIQUIM EM PAUTA

O CIRCO CLIMÁTICO E O FUZUÊ NACIONAL Uma crônica de Cao Benassi E eis que o tapete vermelho foi estendido sobre a lama. Vieram para Belém e transformaram a COP, melhor dizendo, a FLOP 30, num suntuoso palco para a luxuosa hipocrisia global. Assim, chegaram jatinhos executivos gastando aproximadamente mil litros de combustível por hora para debater a redução da emissão de carbono. Enquanto isso, as águas belenenses, por sua vez, continuam debatendo a falta de saneamento básico. A alta cúpula se hospedou em navios de cruzeiro, que gastam a bagatela de trinta e cinco mil litros de combustível por hora, fingindo não ver o esgoto correndo a céu aberto pela-bela-belém. Enquanto a hipocrisia cega os olhos dos chefes de Estado e de governo, parlamentares, cientistas, líderes indígenas, representantes da sociedade civil, celebridades e ativistas,  o Brasil mostra que a sustentabilidade é premium e que a miséria é standard . Esse é o preço da salvação: na zona azul da conferência, uma rele...

PROJETO 4.6: ANO DE FABRICAÇÃO 1979

- Uma crônica de Cao Benassi -   Então, o tempo, esse impiedoso Chronos , que nem aos próprios rebentos poupa, me fez chegar aos 46 anos. E do alto deles, faço o meu balanço das paisagens que vivi. O que para muitos é um marco na estrada que a pavimenta com satisfação, o aniversário para mim, sempre foi só mais um marco do qual não posso me desfazer.  Todas as paisagens que vivi, me fizeram quem sou, sem-tirar-nem-pôr, como diria vovó Nica. De todas as paisagens, as dos tempos infantis, talvez, para o bem e para o mal, sejam as que mais me marcam. Das sombras dos amoreiros em flor aos louvores da igrejinha, da qual nunca me senti pertencente; dos domingos de caniço e samburá aos dias intermináveis de enxada na mão, o que era vivido com amargor, hoje é lembrado com saudade e com o senso de que essas paisagens poderiam ter sido melhores vividas. Daquelas rurais paisagens brasiliandenses, paisagens urbanas outras eram imaginadas e desejadas com muita força. Como O Todo é mente e ...

PALAVRAS MAIS QUE PALAVRAS

Um poema de Cao Benassi  Sejam as tuas palavras fatores de soma para quem as ouvir Que sempre levem alívio e esperança façam o outro sentir Façam as tuas palavras sentido aos ouvidos de quem as ouvir Que sejam sempre um bálsamo  para alma, alento sempre em devir Sejam as tuas palavras sementes de esperança que façam surgir Flores de alívio suave Que brote na alma de quem as ouvir

AMAR É

Um poema de Cao Benassi  Amar é o perfeito voo de uma asa que se lança Da impiedosa dúvida, do medo que apavora Para a fé que desabrocha, flores de uma lembrança A crença no abraço, raios de uma nova aurora Amar é olho que no olho alheio vê um farol a guiar E sabe que no amanhã, um amigo gentil virá Amar é porto seguro para nossa alma ancorar É plantar esperança, que em solo infértil crescerá Amar é toque que acalma, é voz que alma conforta É afeto profundo, é afeto sincero, é afeto leal Amar é a chave que da felicidade nos abre a porta É um laço que une, é um laço sublime, é imortal.

SALMO PARA MEU AMOR

Um poema de Cao Benassi Para Gabriel  Devotado aos teus pés Rendo a ti o meu louvor Encantado com o que tu és Entrego a ti o meu amor Sol que ilumina o meu mundo Rompa da noite os seus véus E num sentimento profundo Sejas a luz dos olhos meus No teu peito, o meu altar Sem reservas, oferto meu ser Imolada seja ao nosso amar A beleza desse divino querer

DIVER NEU GERENCIA

Um poema de Cao Benassi  Para um poeta autista Na imensa teia de monstruosos sons, a minha mente se perde, Um simples toque do ar, na minha mente uma dor que não cede, Luzes gritam, luzes irritam, luzes que ameaçam em cores sem fim, O mundo intenso, um mundo insano, neurotípico, distante de mim, Em cada suspiro, cada gemido, cada passo, um eco que me aflige, E na dor, no suor e no sangue, o silêncio que a alma não atinge. A vida com o seu ritmo, harmonia e melodia que a todos conduz, Com suave e terna brandura, a mim só me cega, me rouba a luz, Odores bailam em minhas narinas, impiedosos invadem meu ser, Peço, imploro, procuro, e não há uma barreira para me proteger, Em cada voz, em cada som, em cada ruído que me invade, Me sinto só em meio a multidão, solidão em meu peito reside. Um mar de gente, como um mero rebanho avança sem ver, Que meneia a cabeça, aponta o dedo, sem querer entender, A gente se esforça, a máscara pesa, nosso esforço é em vão, Em cada olhar, em cada sorriso, e...

GERAR PARA VIVER

Um poema de Cao Benassi  Na tecelagem da vida Fios virtuosos se entrelaçam Amor e bondade se enlaçam  No gerar da alma desprendida Se uma mão se abre, nada lhe falta A semente doada se transforma em flor Pois aquilo que se esvazia por amor Transborda virtude que o ser exalta Pão repartido, palavra que acalma Um gesto nobre, retorno não cobra Na entrega que a alma se dobre Generosidade, engrandece a alma