Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Poesia

DEUS ENTRE HOMENS - VENDENDO MEU PEIXE

Imagem
  COMPRE EM:  LOJA UICLAP -  https://loja.uiclap.com/titulo/ua137788 AMAZON -  https://www.amazon.com.br/dp/650184648X/ref=sr_1_2?m=A2S15SF5QO6JFU

PALAVRAS MAIS QUE PALAVRAS

Um poema de Cao Benassi  Sejam as tuas palavras fatores de soma para quem as ouvir Que sempre levem alívio e esperança façam o outro sentir Façam as tuas palavras sentido aos ouvidos de quem as ouvir Que sejam sempre um bálsamo  para alma, alento sempre em devir Sejam as tuas palavras sementes de esperança que façam surgir Flores de alívio suave Que brote na alma de quem as ouvir

AMAR É

Um poema de Cao Benassi  Amar é o perfeito voo de uma asa que se lança Da impiedosa dúvida, do medo que apavora Para a fé que desabrocha, flores de uma lembrança A crença no abraço, raios de uma nova aurora Amar é olho que no olho alheio vê um farol a guiar E sabe que no amanhã, um amigo gentil virá Amar é porto seguro para nossa alma ancorar É plantar esperança, que em solo infértil crescerá Amar é toque que acalma, é voz que alma conforta É afeto profundo, é afeto sincero, é afeto leal Amar é a chave que da felicidade nos abre a porta É um laço que une, é um laço sublime, é imortal.

SALMO PARA MEU AMOR

Um poema de Cao Benassi Para Gabriel  Devotado aos teus pés Rendo a ti o meu louvor Encantado com o que tu és Entrego a ti o meu amor Sol que ilumina o meu mundo Rompa da noite os seus véus E num sentimento profundo Sejas a luz dos olhos meus No teu peito, o meu altar Sem reservas, oferto meu ser Imolada seja ao nosso amar A beleza desse divino querer

DIVER NEU GERENCIA

Um poema de Cao Benassi  Para um poeta autista Na imensa teia de monstruosos sons, a minha mente se perde, Um simples toque do ar, na minha mente uma dor que não cede, Luzes gritam, luzes irritam, luzes que ameaçam em cores sem fim, O mundo intenso, um mundo insano, neurotípico, distante de mim, Em cada suspiro, cada gemido, cada passo, um eco que me aflige, E na dor, no suor e no sangue, o silêncio que a alma não atinge. A vida com o seu ritmo, harmonia e melodia que a todos conduz, Com suave e terna brandura, a mim só me cega, me rouba a luz, Odores bailam em minhas narinas, impiedosos invadem meu ser, Peço, imploro, procuro, e não há uma barreira para me proteger, Em cada voz, em cada som, em cada ruído que me invade, Me sinto só em meio a multidão, solidão em meu peito reside. Um mar de gente, como um mero rebanho avança sem ver, Que meneia a cabeça, aponta o dedo, sem querer entender, A gente se esforça, a máscara pesa, nosso esforço é em vão, Em cada olhar, em cada sorriso, e...

GERAR PARA VIVER

Um poema de Cao Benassi  Na tecelagem da vida Fios virtuosos se entrelaçam Amor e bondade se enlaçam  No gerar da alma desprendida Se uma mão se abre, nada lhe falta A semente doada se transforma em flor Pois aquilo que se esvazia por amor Transborda virtude que o ser exalta Pão repartido, palavra que acalma Um gesto nobre, retorno não cobra Na entrega que a alma se dobre Generosidade, engrandece a alma  

MINHA OBRA PRIMA

 Um poema de Cao Benassi  Para Gabriel  És a melodia ainda não tocada o acorde que ainda não soou a harmonia ainda não ouvida És    a abertura ainda não estreada a ária que a soprano não cantou a ópera que ainda não foi cantada És o libreto ainda não lido o épico que ninguém ouviu o épico ainda desconhecido És  o ritmo mais erudito  que os Deuses a mim intuiu e que no meu manuscrito és O amor  que ainda estou a compor

AMOR

Um poema de Cao Bneassi  No éter vasto, antes de tudo existir, Um pulso acendeu, a chama primordial. Não era luz, nem trevas, nem tempo porvir, Era sentimento, era Amor, força imortal. Pelo amor as estrelas bailam no céu, Pelo amor a terra passou a girar. Em cada flor, em cada coração, Doce melodia, é sua mão a nos guiar. O Amor rompe muralhas, ele desfaz a dor, Ele Inspira o bardo, a espada do herói. Ele é a ponte que une, o mais puro fulgor, Ele é a essência que nunca se destrói. Nas almas irmãs, num simples olhar, Ali, o Amor se faz lar, se faz mar, Onde a entrega flui, sem nada a pedir. Se faz um laço eterno, se faz amar. E assim, em cada beijo, em cada abraço, Em cada riso ou lágrima que venha rolar, O Amor se expande, preenche todo espaço, A mão divina que nos liberta, a nos salvar.  

MEU SOL

Um poema de Cao Benassi Para Gabriel  És o sol que acende toda a tua luz em mim, Não há noite escura quando me olhas assim, És o farol que minha alma guia, do princípio ao fim. És o brilho minha alma abraça, dela afasta a dor, Ilumina minha alma e me incendeia o seu calor, És o sol, que acende toda a tua luz em mim. Em cada sorriso, em cada olhar, vejo o seu fulgor, És melodia, és ritmo, és a harmonia do meu amor, Meu sol, que acende toda a tua luz em mim, És farol que minha alma guia, do princípio ao fim.

VIRTUOSAMENTE GRATO

Um poema de Cao Benassi   Com o orvalho da manhã, um simples obrigado brota, Meu coração se expande, a alma leve, a dor se esgota.  Por cada raio de sol que a terra ilumina e abraça,  Por cada brisa suave que pelo meu rosto passa,  No canto dos pássaros, na flor que se desabrocha,  A gratidão que me eleva, a minha vida renova,  Em cada pequeno gesto, uma bênção, uma boa-nova. Pelos laços que nos unem, pelo amparo que conforta,  Pelo apoio e pela mão estendida que nos guia à porta.  Nas palavras de carinho, no olhar que nos compreende,  Na força que persiste, no amor que sempre acende.  Em cada aprendizado, mesmo na dor que nos açoita,  A gratidão renasce, a esperança, novo ânimo suscita, Como um rio que flui constante, a alma sempre renova. Por cada gota de chuva que a seca ameniza,  Pelo pão na mesa farta, a fome que tranquiliza.  No silêncio da noite, nas estrelas que reluzem,  Nas lições que a vida com sabedoria...

ODE À DEMOCRACINHA PUJANTE

Na tribuna da retórica, o político declama, "A voz do povo é lei!", o povelo aclama. Mas a voz ecoa xôxa, em tablados bem montados, Onde seus próprios interesses são os mais votados. A urna eletrônica, coloca à baila os percentuais, Enquanto as filas de doentes crescem nos hospitais. Promessas voejam, tal qual confete em carnaval, E a cada eleição, repete-se o mesmo enredo triunfal. A brasileirama, cansada, mas que teima em acreditar, No ciclo vicioso de escolher, eleger e lamentar. A "ordem e progresso" fica só nas pichações no muro, A picanha prometida, se torna um sonho muito obscuro. Enquanto o PIB flutua, tal como um barco à deriva, A casta intocável, essa sim, sobeja sempre ativa. Com auxílios moradia, penduricalhos e salários tão régios, A democracia deles, em carrões e palácios, tem privilégios. E assim, a "pujante" democracinha segue seu desfile, Entre escândalos e acordos, no mais puro estilo. E a gente assiste, de casa, esse circo sem fim, Torce...

MANUSCA

Para Maninha Meu coração o teu aconchego busca, Teu abraço: laço que o tempo não desata. Um amor o tempo não nunca ofusca, Melodia da alma, alegre serenata. Nossos risos, sonhos e segredos, Memórias guardadas em cada canto. Medos vencidos em nosso enredo, Para cada abraço, um porto, um acalanto. Que sejamos unidos, em qualquer canto E que a vida nos seja plena e gentil, Que o nosso amor seja infindável, E a felicidade, o nosso manto sutil.

VILANCETE PARA MEU AMOR

Para Gabriel  Seu amor, um canto em meu jardim, Flor do tempo quando me olhas, Seu coração plantado em mim. Em cada flor, que tu desabrochas, Renascem sonhos que não se perdem em mim, Flor do tempo quando me olhas, Meus passos, sempre me levam a você, Em teu sorriso, a paz que alcanço, Flor do tempo quando me olhas, Nos braços teus, eu me refaço, Um mar de estrelas, me dá teu abraço, Flor do tempo quando me olhas, Seu amor, um canto em meu jardim, Em cada flor, que tu desabrochas, Seu coração plantado em mim. És melodia, és ritmo, és compasso, Meu porto, meu abrigo, meu laço, Flor do tempo quando me olhas, Seu coração plantado em mim.

DIVINES

PARA GABRIEL Poema composto em 29/6/25  Devotado aos pés Sol da minha manhã Meu peito teu altar Teu colo meu divã Teu abraço meu céu Aconchego para amar Paixão transcende o véu Sagrado é te adorar

ADORAÇÃO

Para Gabriel Poema composto em 28/6/25 No meu horizonte sombrio Tal qual Quenum, fez-se luz Me empurrou a escura solidão E felicidade, ao meu dia conduz Da cosmogonia do meu mundo Tornou-se o meu deus solar Faz todas as minhas manhãs E do meu peito, o teu altar